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Aproveite o dia e use ao máximo a luz natural para tirar melhor proveito de sua câmera digital                         A luz do dia é um recurso precioso, e ela se esgota se usamos com consciência ou não. Por isso, ela é essencial para a fotografia. Mas como tirar melhor proveito disso? Veremos alguns segredos para tirar vantagem da luz natural em suas fotos digitais.
Saiba quando usar o Flash
Este recurso sempre foi mal compreendido flash. Se você tem um flash embutido na câmera, ele apenas pode iluminar um objeto a cerca de 4 metros de distância. Se você for tirar uma foto de uma cena que está mais longe que isso, o melhor a fazer é desligar o flash e deixar a câmera calcular a exposição com a luz disponível. Se tiver dúvidas, tire a foto com o flash ligado para ver o resultado. Se não gostar do que viu, tente novamente com o flash desligado.

E enquanto o flash é geralmente usado em situações de pouca luz, ele pode também ser útil para fotos externas em pleno dia. Por exemplo, você pode usar seu flash como luz complementar para eliminar sombras causadas pelo sol.
Evite contrastes berrantes e sombras
A maior parte das pessoas, não sabemos o motivo, adoram tirar fotos ao meio-dia e não há horário pior para fotografar do que este. Se você olhar através do viewfinder da câmera e ver uma leve sombra em seu objeto, saiba de uma coisa: em sua foto, a divisão entre luz e sombra será parecida com a linha que divide o dia e a noite na lua.

Câmeras digitais possuem um maior alcance de exposição que o olho humano, então elas tendem a exagerar na divisão entre luz e sombra. Se puder, mova seu objeto para debaixo de uma árvore, atrás de um prédio ou qualquer lugar onde você possa fugir da luz do sol. Isso irá reduzir a média de contraste na cena.

Use melhor a luz para obter fotos fantásticas

A imagem de Che
A famosa foto de Che Guevara, conhecida formalmente como "Guerrilheiro Heróico", onde aparece seu rosto com a boina negra olhando ao longe, foi tirada por Alberto Korda em 5 de março de 1960 quando Guevara tinha 31 anos num enterro de vítimas de uma explosão. Somente foi publicada sete anos depois. O Instituto de Arte de Maryland - EUA denominou-a "A mais famosa fotografia e maior ícone gráfico do mundo do século XX". É, sem sombra de dúvidas, a imagem mais reproduzida de toda a história expressa um símbolo universal de rebeldia, em todas suas interpretações, (segue sendo um ícone para a juventude não filiada às tendências políticas principais).

A agonia de Omayra
Omayra Sanchez foi uma menina vítima do vulcão Nevado do Ruiz durante a erupção que arrasou o povoado de Armero, Colômbia em 1985. Omayra ficou 3 dias jogada sobre o lodo, água e restos de sua própria casa e presa aos corpos dos próprios pais. Quando os paramédicos de parcos recursos tentaram ajudá-la, comprovaram que era impossível, já que para tirá-la precisavam amputar-lhe as pernas, e a falta de um especialista para tal cirurgia resultaria na morte da menina. Omayra mostrou-se forte até o último momento de sua vida, segundo os paramédicos e jornalistas que a rodeavam. Durante os três dias, manteve-se pensando somente em voltar ao colégio e a seus exames e a convivência com seus amigos. O fotógrafo Frank Fournier, fez uma foto de Omayra que deu a volta ao mundo e originou uma controvérsia a respeito da indiferença do Governo Colombiano com respeito às vítimas de catástrofes. A fotografia foi publicada meses após o falecimento da garota. Muitos vêem nesta imagem de 1985 o começo do que hoje chamamos Globalização, pois sua agonia foi vivenciada em tempo real pelas câmaras de televisão de todo o mundo.

A menina do Vietnã
Em 8 de junho de 1972, um avião norte-americano bombardeou a população de Trang Bang com napalm. Ali encontrava-se Kim Phuc e sua família. Com sua roupa em chamas, a menina de nove anos corria em meio ao povo desesperado e no momento, que suas roupas tinham sido consumidas, o fotógrafo Nic Ut registou a famosa imagem. Depois, Nic levou-a para um hospital onde ela permaneceu por durante 14 meses sendo submetida a 17 operações de enxerto de pele. Qualquer um que vê essa fotografia, mesmo que menos sensível, poderá ver a profundidade do sofrimento, a desesperança, a dor humana na guerra, especialmente para as crianças. Hoje em dia Pham Thi Kim Phuc está casada, com 2 filhos e reside no Canadá onde preside a "Fundação Kim Phuc", dedicada a ajudar as crianças vítimas da guerra e é embaixadora da UNESCO.

Execução em Saigon
- "O coronel assassinou o preso; mas e eu... assassinei o coronel com minha câmara? - Palavras de Eddie Adams, fotógrafo de guerra, autor desta foto que mostra o assassinato, em 1 de fevereiro de 1968, por parte do chefe de polícia de Saigon, a sangue frio, de um guerrilheiro do Vietcong. Adams, correspondente em 13 guerras, obteve por esta fotografia um prêmio Pulitzer; mas ficou tão emocionalmente tocado com ela que converteu-se em fotógrafo paisagístico.

A menina Afegã
Sharbat Gula foi fotografada quando tinha 12 anos pelo fotógrafo Steve McCurry, em junho de 1984. Foi no acampamento de refugiados Nasir Bagh do Paquistão durante a guerra contra a invasão soviética. Sua foto foi publicada na capa da National Geographic em junho de 1985 e, devido a seu expressivo rosto de olhos verdes, a capa converteu-se numa das mais famosas da revista e do mundo. No entanto, naquele tempo ninguém sabia o nome da garota. O mesmo homem que a fotografou realizou uma busca à jovem que durou exatos 17 anos. Em janeiro de 2002, encontrou a menina, já uma mulher de 30 anos e pôde saber seu nome. Sharbat Gula vive numa aldeia remota do Afeganistão, é uma mulher tradicional pastún, casada e mãe de três filhos. Ela regressou ao Afeganistão em 1992.

O beijo do Hotel de Ville
Esta bela foto, que data de 1950, é considerada como a mais vendida da história. Isto devido à intrigante história com a que foi descrita durante muitos anos: segundo contava-se, esta foto foi tirada fortuitamente por Robert Doisneau enquanto encontrava-se sentado tomando um café. O fotógrafo acionava regularmente sua câmara entre as pessoas que passavam e captou esta imagem de amantes beijando-se com paixão enquanto caminhavam no meio da multidão. Esta foi a história que se conheceu durante muitos anos até 1992, quando dois impostores se fizessem passar pelo casal protagonista desta foto. No entanto o Sr. Doisneau indignado pela falsa declaração, revelaria a história original declarando assim aquela lenda: a fotografia não tinha sido tirada a esmo, senão que tratava-se de dois transeuntes que pediu que posassem para sua lente, lhes enviando uma cópia da foto como agradecimento. 55 anos depois Françoise Bornet (a mulher do beijo) reclamou os direitos de imagem das cópias desta foto e recebeu 200 mil dólares.

O beijo da Time Square
O Beijo de despedida a Guerra foi feita por Victor Jorgensen na Times Square em 14 de Agosto de 1945, onde um soldado da marinha norte-americana beija apaixonadamente uma enfermeira. O que é fora do comum para aquela época é que os dois personagens não eram um casal, eram perfeitos estranhos que haviam acabado de encontrar-se. A fotografia, grande ícone, é considerada uma analogia da excitação e paixão que significa regressar a casa depois de passar uma longa temporada fora, como também a alegria experimentada ao término de uma guerra.

O homem do tanque de Tiananmen
Também conhecido como o "Rebelde Desconhecido", esta foi a alcunha que foi atribuido a um jovem anônimo que se tornou internacionalmente famoso ao ser gravado e fotografado em pé em frente a uma linha de vários tanques durante a revolta da Praça de Tiananmen de 1989 na República Popular Chinesa. A foto foi tirada por Jeff Widener, e na mesma noite foi capa de centenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo. O jovem estudante (certamente morto horas depois) interpôs se a duas linhas de tanques que tentavam avançar. No ocidente as imagens do rebelde foram apresentadas como um símbolo do movimento democrático Chinês: um jovem arriscando a vida para opor-se a um esquadrão militar. Na China, a imagem foi usada pelo governo como símbolo do cuidado dos soldados do Exército Popular de Libertação para proteger o povo chinês: apesar das ordens de avançar, o condutor do tanque recusou fazê-lo se isso implicava causar algum dano a um cidadão(hã hã).

Protesto silencioso
Thich Quang Duc, nascido em 1897, foi um monge budista vietnamita que sacrificou-se até a morte numa rua super movimentada de Saigon em 11 de junho de 1963. Seu ato foi repetido por outros monges. Enquanto seu corpo ardia sob as chamas, o monge manteve-se completamente imóvel. Não gritou, nem sequer fez um pequeno ruído. Thich Quang Duc protestava contra a maneira que a sociedade oprimia a religião Budista em seu país. Após sua morte, seu corpo foi cremado conforme à tradição budista. Daí você poderia perguntar: - "Existiria mais alguma coisa para cremar?" Hum hum... durante a cremação seu coração manteve-se intacto, pelo que foi considerado como quase santo e seu coração foi transladado aos cuidados do Banco de Reserva do Vietnã como relíquia.

Espreitando a morte
Em 1994, o fotógrafo Sudanês Kevin Carter ganhou o prêmio Pulitzer de fotojornalismo com uma fotografia tomada na região de Ayod (uma pequena aldeia em Suam), que percorreu o mundo inteiro. A figura esquelética de uma pequena menina, totalmente desnutrida, recostando-se sobre a terra, esgotada pela fome, e a ponto de morrer, enquanto num segundo plano, a figura negra expectante de um abutre se encontra espreitando e esperando o momento preciso da morte da garota. Quatro meses depois, abrumado pela culpa e conduzido por uma forte dependência às drogas, Kevin Carter suicidou-se.

The Falling Man
The Falling Man é o título de uma fotografia tirada por Richard Drew durante os atentados do 11 de setembro de 2001 contra as torres gêmeas do WTC. Na imagem pode-se ver um homem atirando-se de uma das torres. A publicação do documento pouco depois dos atentados irritou a certos setores da opinião pública norte-americana. Ato seguido, a maioria dos meios de comunicação se auto-censurou, preferindo mostrar unicamente fotografias de atos de heroísmo e sacrifício. Ah sim... mas eles passaram exaustivamente na TV a morte de Saddam...

Triunfo dos Aliados
Esta fotografia do triunfo dos aliados na segunda guerra, onde um soldado Russo agita a bandeira soviética no alto de um prédio, demorou a ser publicada pois as autoridades Russas quiseram modificá-la. A bandeira era na verdade uma toalha de mesa vermelha e o soldado aparecia com dois relógios no pulso, possivelmente produto de saque. Sendo assim foi modificada para que não ficasse feio para os soviéticos.

Protegendo a cria
Uma mãe cruza o rio com os filhos durante a guerra do Vietnã em 1965 fugindo da chuva de bombas americanas.





Necessidade
Soldados e aldeões cavam sepulturas para as vítimas de um grande terremoto acontecido em 2002 no Irã enquanto um menino segura as calças do pai antes dele ser enterrado.




FOTOGRAFIAS QUE MUDARAM O MUNDO

O Curso de Fotografia em CD-ROM da National Geographic traz todos os detalhes técnicos da arte da fotografia, explicados de maneira fácil e interativa. O curso completo é apresentado em 4 CDs (com dois capítulos em cada).
O grande diferencial do produto está na interatividade das ferramentas de simulação. Não são simples ´jogos´ de entretenimento, mas ferramentas que simulam a realidade e facilitam o entendimento dos temas expostos. Além do produto estar bem atualizado em termos de recursos, ele foi desenvolvido em plataforma relativamente simples, o que facilita a navegação.
Estilo: Cursos
Fabricante: National Geographic
Tamanho: 1.68 Gb
Formato: ISO
                                                                        Idioma: Português
                                                                                   

Curso de Fotografia em CD-ROM National Geographic

Todas as fotos digitais são naturalmente um pouco borradas por causa de um filtro anti-aliasing presente em frente ao sensor das câmera fotográficas. Este filtro evita efeitos indesejáveis, como o "efeito de Moiré" visto em roupas e tecidos, mas acaba compromentendo um pouco a nitidez da imagem como um todo, razão pela qual você precisa aplicar mais nitidez sobre suas fotos.
Aplicar nitidez sobre uma foto sempre deve ser o último passo no pós-processamento, pois a quantidade de nitidez que você precisa varia de acordo com a forma como a imagem será usada. Uma foto que será postada na internet, por exemplo, requer uma quantidade de nitidez diferente daquela que será impressa numa impressora a tinta.
No Photoshop há um filtro que pode ser muito útil para esta tarefa, chamado "High-pass". O processo é muito simples, e os resultados, em muitos casos, podem ser ótimos! Para este tutorial, vamos usar a seguinte foto:
Após abri-la no Photoshop, o primeiro passo será duplicar a camada (Ctrl+J, ou menu Layer > Duplicate layer).
Clique no menu Filter > Other > High Pass. Após abrir a janela, escolha um valor para "Radius". Quanto maior for, mais nitidez será aplicada sobre a foto. Algo entre 0.5 e 3.0, dependendo da imagem, já é o suficiente.
Agora, clique no menu Image > Adjustments > Hue/Saturation, e coloque Saturation em -100, para evitar alguma "Aberração cromática". Feito isto, altere o Blending Mode para "Overlay".
Após este último passo, sua imagem estará pronta. Caso queira altrar a nitidez, volte aos passos anteriores e experimente outros valores. Cuidado ao aplicar valores muito altos, pois a partir de um certo limite começam a aparecer anormalidades na imagem. Confira nosso resultado final (foto ampliada):

Tornando fotos mais nítidas com o filtro High-pass


Todas as câmeras  digitais possuem um recurso chamado fotômetro, que mede a quantidade e a intensidade da luz que entram pela objetiva. Ele tem uma indicação em uma escala de -2 a +2, que nos indica a exposição da imagem (sendo o 0 a exposição ideal). Trabalhando juntamente com ISO, velocidade do obturador e a abertura do diafragma, o fotômetro automaticamente altera o valor na escala assim que qualquer um destes fatores seja alterado.

 

Modos de medição

Os modos de medição determinam em qual área o fotômetro irá atuar, sendo assim um importantíssimo recurso. Os principais modos são:

Evaluative (matricial)

É um modo adequado para retratos. O fotômetro calcula a exposição levando em conta toda a área do visor, tirando uma média das luminâncias de todas as áreas da cena. Na maioria das vezes este modo resulta em bons resultados, mas há casos em que ela não gera o resultado esperado, e você deve usar um modo de medição abaixo para dar mais informações à câmera.

Evaluative metering

 

Spot (pontual) 

Este modo é utilizado para medir a exposição em uma área específica da cena, ao invés de analizar todas as áreas. Pode ser utilizado em casos onde a cena está muito mais escura ou clara que o ponto que você deseja expor corretamente. Ela é feita de forma semelhante à medição parcial, mas com uma área menor.

Spot metering

 

Partial (parcial) 

É eficaz quando o fundo é muito mais luminoso que o motivo devida a uma contraluz. O fotômetro faz uma medição na área central ao redor do ponto central de foco, um círculo correspondente a mais ou menos 9% da área do visor.

Partial metering

 

Center-Weighted Average (ponderada com preponderância central)

Funciona de forma semelhante ao modo matricial, usando também toda a área do visor, mas será feito uma média ponderada, dando mais peso à área central do visor (concentrando entre 60 e 80% da sensibilidade na parte central).

Center weighted metering

Obs: as ilustrações, bem como os tipos de modos de medição mencionados são referentes a câmeras Canon.

O fotômetro e os modos de medição

 

Existem componentes básicos que todas as câmeras fotográricas possuem, não importando se são digitais, analógicas, simples... e conhecendo-os, você poderá dominar melhor o equipamento. Para explicarmos cada um deles, iremos fazer um passeio através das partes mais importantes, seguindo o caminho que a luz percorre ao entrar na nossa câmera.

  -Corpo da câmera: Pode-se dizer que tudo que não é objetiva e acessório faz parte do corpo da câmera. Nele, estão o sensor, o obturador, o visor e todos os encaixes (para objetivas. flash e cabos).

-Objetiva: São a alma da câmera fotográfica. Através da passagem da luz pelos seu conjunto de lentes, os raios luminosos são orientados de maneira ordenada para sensibilizar a película fotográfica, ou o sensor, e formar a imagem.

-Diafragma: O diafragma fotográfico é uma estrutura que se encontra no interior de todas as objetivas, e tem o papel de controlar a quantidade de luz que passa através dela.

-Obturador: É um dispositivo mecânico que controla a quantidade de luz que incide no sensor através de uma "cortina". Ao acionarmos o disparador, o obturador permite que a luz passe e seja captada pelo sensor digital ou pelo filme, por um tempo ajustável. Quanto maior o tempo, mais luz alcançará o elemento sensível.

-Visor: É a parte da câmera que nos permite ver a cena que vamos fotografar, e varia segundo o tipo de câmera. Se falamos de uma SLR, o visor é uma pequena janela na qual, através de uma série de lentes e espelhos colocados estrategicamente, pode-se ver a cena exatamente como ela será fotografada, pois os raios de luz são provenientes diretamente da objetiva. Em câmeras amadoras, e em algumas SLR, há o modo LiveView, no qual o sensor é responsável por capturar a cena e nos mostrar, em tempo real, a imagem no LCD da câmera.

-Sensor: O sensor, assim como o filme fotográfico, é o local para onde se direciona toda a luz recolhida pela objetiva, onde pixels sensível à luz captam a cena.

Como funciona uma câmera SLR

O funcionamento de uma câmera fotográfica é muito interessante.

Os raios de luz passam pela objetiva, se refletem no espelho móvel a 45º - que se situa logo atrás da objetiva - e se refletem num bloco de espelhos pentaprismáticos em 2 pontos. O último espelho do bloco leva a imagem ao visor. O foco é formado numa tela despolida, situada na posição horizonteal entre o esplho móvel e o bloco pentaprismático. Esta tela está posicionada na mesma distância do sensor.

Quando apertamos o disparador, um conjunto de mecanismos move-se em total sincronia. O diafragma se fecha na posição pré-selecionada ou calculada pelo processador, no caso da câmera estar em automático, o espelho móvel se levanta, fechando a passagem da luz ao visor (por isto que há um escurecimento do visor no momento) e o obturador se abre durante o tempo pré-selecionado ou calculado pelo processador.

Após completar a exposição, tudo volta à posição inicial. Observe a seguinte figura, que ilustra o funcionamento de uma SLR:

Componentes e funcionamento das câmeras fotográficas

Os telefones com câmera, ao que tudo indica, estão dominando o mundo. Até alguns modelos básicos têm câmeras acopladas, e os telefones mais sofisticados podem capturar imagens de 2 megapixels e até mesmo gravar vídeo. Na Ásia, os telefones de 5 e 6 megapixels já estão disponíveis, o que significa que é só uma questão de tempo até que apareçam nos Estados Unidos e no Brasil.
Tiraremos, em breve, todas as fotos com uma câmera de um telefone celular? Provavelmente não. A qualidade da imagem ainda é baixa, o que quer dizer que a tendência é usarmos o telefone para as cenas casuais, despretensiosas e do dia-a-dia. Mesmo assim, há maneiras de melhorar a qualidade de fotos capturadas pelo celular.
1. Procure luz
Quase sem exceção, as câmeras de celular precisam de luz – e muita. Você sempre conseguirá melhores fotos quando tirá-las ao meio dia ao ar livre. Se você estiver sob a sombra, em um ambiente fechado ou fotografando à noite, você terá imagens confusas e escuras. Nessas situações, mude sua câmera para o modo Low Light (pouca luz) ou Night (noite). Não se deixe levar pelo nome. Mesmo que o nome do modo seja Night, você deve usá-lo sempre que estiver em ambiente interno ou na sombra. 
Alguns telefones com câmera incluem um flash. Não aumente suas expectativas: os atuais flashes destas câmeras são fracos e até nas melhores situações iluminam a cena de forma irregular. Os futuros telefones com câmera devem utilizar flashes LED mais eficientes para melhorar os resultados consideravelmente. Mas, por ora, é melhor contar com a ajuda do sol.
2. Chegue perto
Não apenas a câmera de seu telefone deve carecer de zoom como sua distância focal provavelmente não seja tão ampla. Esta é uma combinação ruim se você estiver tentando focar em uma só pessoa ou se quiser incluir pequenos detalhes na foto. Você talvez possa conseguir isso se mantiver a uma distância de aproximadamente 60 centímetros do objeto antes de atingir a distância mínima em que câmera capture uma imagem nítida, e os melhores resultados sairão se você ficar pertinho deste limite.   
3. Segure firme mesmo
Muitos telefones com câmera estão, de alguma forma, suscetíveis a tremidas. Você saberá se o seu também está se as fotos saírem manchadas. Existem duas razões possíveis para isso acontecer. Primeiro, a câmera provavelmente tem uma velocidade de obturador baixa, o que significa que qualquer movimento ficará evidente na foto. O manchado (blur) ficará bem forte se o telefone estiver no modo Night.
Segundo, muitos telefones com câmera demoram muito para fazer o registro fotográfico – você aperta o botão e o registro demora um segundo ou mais, o que é uma eternidade no tempo fotográfico. Aí você pode começar a mexer no telefone, achando que a foto já foi tirada. A solução é segurar o telefone o mais firme possível, apertar o botão e o segurar por vários segundos. Esse procedimento assegurará que a foto seja gravada antes que você comece a mexer o aparelho. 
4. Evite comprimir as imagens
Comprimir as fotos na câmera do celular é ainda pior do que fazer o mesmo em uma câmera digital comum. Isto acontece porque as imagens são muito menores. Com apenas um megapixel para se trabalhar, qualquer parte de informação visual é importante. O resultado: imagens comprimidas de baixa resolução são piores do que as comprimidas em alta resolução. Em vez de comprimir as imagens em baixa, mande-as por e-mail ou as transfira para um computador para liberar espaço no seu telefone. Se o telefone tem um slot correspondente, guarde as fotos em um cartão de memória. 
5. Trate as fotos depois
Se puder transferir as fotos do seu celular para um computador, você pode tratá-las. As câmeras de telefone são notórias por capturar imagens com falta de saturação de cor e contraste e até com cantos escuros. Programas como o software da VicMan, o Mobile Phone Enhancer (19,95 dólares), podem ajudar nestes casos e melhorar as fotos da sua câmera do celular.

Cinco dicas para tirar fotos de maior qualidade com a câmera do seu telefone